Da série Pais que fazem mal aos filhos
Hoje no metrô eu vi uma menina de uns sete anos com uma camiseta em que estava escrita a seguinte frase:
"Ser obediente vale a pena"
...
Alice
quarta-feira, maio 12, 2004
segunda-feira, maio 10, 2004
Auto-ajuda
Há algumas semanas, soube através de uma amiga que um antigo colega de sala nosso veio morar aqui em São Paulo. Fiquei muito feliz. Embora não fôssemos muito íntimos – porque nessa época eu era extremamente tímida e anti-social – sempre gostei dele. Ele me fazia sorrir, ou melhor, gargalhar com as suas brincadeiras. Tinha talento para a coisa. Às vezes, quando vejo um programa humorístico, logo penso que ele faria muito melhor. Mas muuito melhor mesmo. O cara era muito bom e isso quando tínhamos uns 12 ou 13 anos, se não me engano. Depois eu mudei de escola e a gente se esbarrou raras vezes, apesar da cidade só ter um shopping.
Semana passada, enviei um e-mail para dar boas vindas ao rapaz e sugeri algumas baladas. Logo veio uma resposta curta e grossa. Só faltou me xingar.
Estranhei, claro. Qual o motivo de tanta revolta?
Respondi educadamente, dizendo que ele era uma das melhores lembranças da minha pré-adolescência e que sempre gostei dele e sempre ia gostar. Pedi desculpas por alguma coisa que o teria magoado e eu não sabia, mas disse que isso não ia mudar o carinho que sempre tive por ele.
Ele logo retornou pedindo desculpas e dizendo que não sabia que eu gostava dele. Explicou o motivo da revolta etc. Fizemos as pazes. Foi aí que eu comecei a pensar em todas as mensagens encaminhadas fatalistas de auto-ajuda que eu deletei sem ler ou que não dei muita importância. Aquelas do tipo “fale para a pessoa tal que vc gosta dela, pq pode ser o último dia”. Meu, até que essas coisas funcionam! Se eu não enviasse o e-mail fofo, dizendo o que sentia, ele ia me odiar para sempre e sem eu saber!
Mulher do Padre
Há algumas semanas, soube através de uma amiga que um antigo colega de sala nosso veio morar aqui em São Paulo. Fiquei muito feliz. Embora não fôssemos muito íntimos – porque nessa época eu era extremamente tímida e anti-social – sempre gostei dele. Ele me fazia sorrir, ou melhor, gargalhar com as suas brincadeiras. Tinha talento para a coisa. Às vezes, quando vejo um programa humorístico, logo penso que ele faria muito melhor. Mas muuito melhor mesmo. O cara era muito bom e isso quando tínhamos uns 12 ou 13 anos, se não me engano. Depois eu mudei de escola e a gente se esbarrou raras vezes, apesar da cidade só ter um shopping.
Semana passada, enviei um e-mail para dar boas vindas ao rapaz e sugeri algumas baladas. Logo veio uma resposta curta e grossa. Só faltou me xingar.
Estranhei, claro. Qual o motivo de tanta revolta?
Respondi educadamente, dizendo que ele era uma das melhores lembranças da minha pré-adolescência e que sempre gostei dele e sempre ia gostar. Pedi desculpas por alguma coisa que o teria magoado e eu não sabia, mas disse que isso não ia mudar o carinho que sempre tive por ele.
Ele logo retornou pedindo desculpas e dizendo que não sabia que eu gostava dele. Explicou o motivo da revolta etc. Fizemos as pazes. Foi aí que eu comecei a pensar em todas as mensagens encaminhadas fatalistas de auto-ajuda que eu deletei sem ler ou que não dei muita importância. Aquelas do tipo “fale para a pessoa tal que vc gosta dela, pq pode ser o último dia”. Meu, até que essas coisas funcionam! Se eu não enviasse o e-mail fofo, dizendo o que sentia, ele ia me odiar para sempre e sem eu saber!
Mulher do Padre
sexta-feira, maio 07, 2004
Ainda existem pessoas boas no mundo
É muito comum ter um dia de cão, em que todo mundo te trata mal, tudo dá errado e vc perde completamente a fé de que as pessoas podem ser boas umas às outras. Pois hoje me aconteceu exatamente o contrário. Durante todo o dia me deparei com muitas pessoas bacanas, que foram legais comigo apesar de eu não as conhecer.
Bom, pra começar, acabei de voltar de um show muito foda de uma banda que acredita em coisas fofas como amor e esperança. Não tem como sair deprê de um show do Teenage Fanclub. Os caras são supersimpáticos, as músicas são lindas e a sensação geral é a de que todo mundo se divertiu pra caralho. E aí, no show, dois caras foram muito legais comigo e com a GE. O primeiro era bem alto e perguntou se não queríamos ficar na frente dele pra ver melhor. Depois, um outro cara me perguntou se eu tava enxergando ou queria que ele se abaixasse. Vcs já viram isso acontecer em show? Muito raro, ainda mais duas vezes na mesma noite!
Aí, no caminho de volta pra casa, acabei calculando mal o espaço entre meu carro e uma caminhonete importada e bati meu retrovisor nela. Eu encostei do lado do cara e pedi desculpas. E não é que ele, em vez de me xingar, falou "imagina, o pior é seu retrovisor" (que tinha desencaixado). Aí ele esticou a mão para fora do vidro e colocou meu retrovisor no lugar. Acreditam? Nossa... eu fiquei boba e muito feliz, com a certeza de que o mundo ainda é um lugar legal com pessoas legais, que podem ser gentis com você. Muito foda isso.
Ah, claro, e pra completar essa minha sensação de que tudo é lindo, amanhã estou indo pra Curitiba ver o PIXIES!!!
Alice, que recuperou a fé nos homens
É muito comum ter um dia de cão, em que todo mundo te trata mal, tudo dá errado e vc perde completamente a fé de que as pessoas podem ser boas umas às outras. Pois hoje me aconteceu exatamente o contrário. Durante todo o dia me deparei com muitas pessoas bacanas, que foram legais comigo apesar de eu não as conhecer.
Bom, pra começar, acabei de voltar de um show muito foda de uma banda que acredita em coisas fofas como amor e esperança. Não tem como sair deprê de um show do Teenage Fanclub. Os caras são supersimpáticos, as músicas são lindas e a sensação geral é a de que todo mundo se divertiu pra caralho. E aí, no show, dois caras foram muito legais comigo e com a GE. O primeiro era bem alto e perguntou se não queríamos ficar na frente dele pra ver melhor. Depois, um outro cara me perguntou se eu tava enxergando ou queria que ele se abaixasse. Vcs já viram isso acontecer em show? Muito raro, ainda mais duas vezes na mesma noite!
Aí, no caminho de volta pra casa, acabei calculando mal o espaço entre meu carro e uma caminhonete importada e bati meu retrovisor nela. Eu encostei do lado do cara e pedi desculpas. E não é que ele, em vez de me xingar, falou "imagina, o pior é seu retrovisor" (que tinha desencaixado). Aí ele esticou a mão para fora do vidro e colocou meu retrovisor no lugar. Acreditam? Nossa... eu fiquei boba e muito feliz, com a certeza de que o mundo ainda é um lugar legal com pessoas legais, que podem ser gentis com você. Muito foda isso.
Ah, claro, e pra completar essa minha sensação de que tudo é lindo, amanhã estou indo pra Curitiba ver o PIXIES!!!
Alice, que recuperou a fé nos homens
quarta-feira, maio 05, 2004
Conversa com uma amiga
Ela me ligou de madrugada. Tava carente, meio pra baixo, precisando desabafar.
Queria namorar alguém desesperadamente. Essa foi a impressão que me passou.
Olha em que pé chegou o papo:
Amiga – Eu só tenho uma certeza nessa vida!
MP – Qual?
Amiga – Quero ter muitos filhos! De qualquer jeito, não importa como!
MP – Pra quê?
Amiga – Ah, pra cuidar de alguém, pra ter alguém... Imagina que ele vai ser só meu!
MP – Que egoísta! Você ouviu o que falou?
Amiga – É... ouvi, mas imagina que legal! Blá blá blá
MP – Por que vc não procura uma terapia? Vai acabar depositando toda essa carência nos filhos ou em qq pessoa que se aproximar.
Amiga – Vc acha?
MP – Pensa melhor de onde vem essa carência toda.
E a conversa continua...
Mulher do Padre, imaginando quantos filhos problemáticos podem ter surgido assim
Ela me ligou de madrugada. Tava carente, meio pra baixo, precisando desabafar.
Queria namorar alguém desesperadamente. Essa foi a impressão que me passou.
Olha em que pé chegou o papo:
Amiga – Eu só tenho uma certeza nessa vida!
MP – Qual?
Amiga – Quero ter muitos filhos! De qualquer jeito, não importa como!
MP – Pra quê?
Amiga – Ah, pra cuidar de alguém, pra ter alguém... Imagina que ele vai ser só meu!
MP – Que egoísta! Você ouviu o que falou?
Amiga – É... ouvi, mas imagina que legal! Blá blá blá
MP – Por que vc não procura uma terapia? Vai acabar depositando toda essa carência nos filhos ou em qq pessoa que se aproximar.
Amiga – Vc acha?
MP – Pensa melhor de onde vem essa carência toda.
E a conversa continua...
Mulher do Padre, imaginando quantos filhos problemáticos podem ter surgido assim
segunda-feira, maio 03, 2004
24
24 Horas voltou a ser bom!!!! Depois de um começo de temporada bem fraco, agora a coisa voltou a ficar legal. UFA!!! Sério, vcs não imaginam o alívio que isso me dá. Eu já estava começando a ficar triste só de pensar que logo eu iria desistir de acompanhar 24 horas e minhas segundas-feiras iam ficar muito mais chatas. Ok, não precisam dizer, eu sei que sou uma nerd viciada em TV. Mas fazer o quê? Desde criança eu preferia ficar em casa vendo desenho a sair pra brincar no parquinho do prédio. Com o tempo, os desenhos foram substituídos por seriados. O auge foi Arquivo X e quando ele acabou fiquei meio perdida. Mesmo. Imagina chegar em casa de quarta-feira e não ter nada pra fazer... ainda bem que logo surgiu 24 Horas. Adoro esse ritual. Chegar em casa mais cedo um dia por semana só para assistir ao seriado. Dez minutos antes já expulsar todo mundo da sala, ajeitar a fita pra gravar o episódio e ficar em frente à TV por uma hora, completamente compenetrada, sem nem atender ao telefone. É meio looser dizer isso, mas me dá uma certa segurança. Pelo menos por 24 semanas no ano minhas segundas-feiras estão garantidas, sei exatamente o que vai acontecer, o que eu vou fazer. E isso meio que me dá um rumo.
Por isso, Sr. Jack Bauer, é bom manter essa série boa até pelo menos o fim desta temporada. Está entendido?
Alice
24 Horas voltou a ser bom!!!! Depois de um começo de temporada bem fraco, agora a coisa voltou a ficar legal. UFA!!! Sério, vcs não imaginam o alívio que isso me dá. Eu já estava começando a ficar triste só de pensar que logo eu iria desistir de acompanhar 24 horas e minhas segundas-feiras iam ficar muito mais chatas. Ok, não precisam dizer, eu sei que sou uma nerd viciada em TV. Mas fazer o quê? Desde criança eu preferia ficar em casa vendo desenho a sair pra brincar no parquinho do prédio. Com o tempo, os desenhos foram substituídos por seriados. O auge foi Arquivo X e quando ele acabou fiquei meio perdida. Mesmo. Imagina chegar em casa de quarta-feira e não ter nada pra fazer... ainda bem que logo surgiu 24 Horas. Adoro esse ritual. Chegar em casa mais cedo um dia por semana só para assistir ao seriado. Dez minutos antes já expulsar todo mundo da sala, ajeitar a fita pra gravar o episódio e ficar em frente à TV por uma hora, completamente compenetrada, sem nem atender ao telefone. É meio looser dizer isso, mas me dá uma certa segurança. Pelo menos por 24 semanas no ano minhas segundas-feiras estão garantidas, sei exatamente o que vai acontecer, o que eu vou fazer. E isso meio que me dá um rumo.
Por isso, Sr. Jack Bauer, é bom manter essa série boa até pelo menos o fim desta temporada. Está entendido?
Alice
domingo, maio 02, 2004
Minha hipocondria
Acho que eu tenho uma certa fixação por doenças. Sou a única pessoa da minha idade que eu conheço que vai a algum médico todo mês. Dou até prejuízo pro convênio de tanto que faço consultas e exames.
Nunca me importei muito com isso, acho que até acostumei a pensar em mim como uma pessoa doente. Mas aí, eses dias estava conversando com um médico que disse que fizeram uma pesquisa e descobriram que as pessoas otimistas ou que não acham que tem todas as doenças e vão morrer delas envelhecem muito melhor do que as pessimistas/hipocondríacas. Aí eu fiquei preocupada.
Fora que hoje eu dei uma entrevista pra um amigo que está fazendo uma matéria sobre rinite para uma revista de farmácia. Eu fui a primeira pessoa a quem ele recorreu pra falar sobre isso... Acho que todo mundo já sabe que eu tenho todas as doenças...
Putz, preciso melhorar... ser menos fatalista. Ir menos ao médico. Viver mais saudável.
Alice
Acho que eu tenho uma certa fixação por doenças. Sou a única pessoa da minha idade que eu conheço que vai a algum médico todo mês. Dou até prejuízo pro convênio de tanto que faço consultas e exames.
Nunca me importei muito com isso, acho que até acostumei a pensar em mim como uma pessoa doente. Mas aí, eses dias estava conversando com um médico que disse que fizeram uma pesquisa e descobriram que as pessoas otimistas ou que não acham que tem todas as doenças e vão morrer delas envelhecem muito melhor do que as pessimistas/hipocondríacas. Aí eu fiquei preocupada.
Fora que hoje eu dei uma entrevista pra um amigo que está fazendo uma matéria sobre rinite para uma revista de farmácia. Eu fui a primeira pessoa a quem ele recorreu pra falar sobre isso... Acho que todo mundo já sabe que eu tenho todas as doenças...
Putz, preciso melhorar... ser menos fatalista. Ir menos ao médico. Viver mais saudável.
Alice
quinta-feira, abril 29, 2004
Cinco perguntas que atormentam a minha vida
1. Porque eu sempre gosto dos caras canalhas? (a regra é clara: quanto menos os caras ligam, mais a gente - ou eu, no caso - liga)
2. O que é que eu tinha na cabeça quando prestei vestibular para de jornalismo?
3. Quero ser cientista ou desenhista?
4. Faço dieta ou fico muito feliz me empaturrando de chocolate?
5. De que cor eu pinto o cabelo?
Naftalina
1. Porque eu sempre gosto dos caras canalhas? (a regra é clara: quanto menos os caras ligam, mais a gente - ou eu, no caso - liga)
2. O que é que eu tinha na cabeça quando prestei vestibular para de jornalismo?
3. Quero ser cientista ou desenhista?
4. Faço dieta ou fico muito feliz me empaturrando de chocolate?
5. De que cor eu pinto o cabelo?
Naftalina
terça-feira, abril 27, 2004
Loira nunca mais (até que eu mude de idéia)
Looooira não é só aquele cabelo desbotado, esverdeado e comum que a gente odeia. Looiras são as meninas que adoram as modinhas bobas, que se preocupam mais com o que os outros vão achar do que com sentirem-se bem consigo mesmas. Que sofrem pra usar uma roupa e competem com as outras amigas para ver quem tem o maior decote. Que caem nas cantadas idiotas e... não dançam o quanto gostariam para não estragar o modelo.
Não quero ser looira para não fazer parte desse grupinho.
Não quero ser looira justamente porque os caras mais babacas preferem as loiras (o que não significa que alguns garotos bacanas também prefiram as meninas nórdicas, é claro).
Não quero pintar o cabelo de loiro porque é muito fácil, é muito comum, é muito fútil. Prefiro os ruivos, os vermelhos, os pretos, qualquer cor que chame a atenção por ser diferente, só minha (se alguém falar que eu estou loira, vai sofrer com os meus recém adquiridos conhecimentos de body combat!)
Ser igual é muito chato. Prefiro ser freak.
Mas confesso: loirões são tuuuudo! (mas isso já é outra história)
Naftalina
ps. Monica, nessa concepção, você NÃO é looooira não, viu?
Looooira não é só aquele cabelo desbotado, esverdeado e comum que a gente odeia. Looiras são as meninas que adoram as modinhas bobas, que se preocupam mais com o que os outros vão achar do que com sentirem-se bem consigo mesmas. Que sofrem pra usar uma roupa e competem com as outras amigas para ver quem tem o maior decote. Que caem nas cantadas idiotas e... não dançam o quanto gostariam para não estragar o modelo.
Não quero ser looira para não fazer parte desse grupinho.
Não quero ser looira justamente porque os caras mais babacas preferem as loiras (o que não significa que alguns garotos bacanas também prefiram as meninas nórdicas, é claro).
Não quero pintar o cabelo de loiro porque é muito fácil, é muito comum, é muito fútil. Prefiro os ruivos, os vermelhos, os pretos, qualquer cor que chame a atenção por ser diferente, só minha (se alguém falar que eu estou loira, vai sofrer com os meus recém adquiridos conhecimentos de body combat!)
Ser igual é muito chato. Prefiro ser freak.
Mas confesso: loirões são tuuuudo! (mas isso já é outra história)
Naftalina
ps. Monica, nessa concepção, você NÃO é looooira não, viu?
segunda-feira, abril 26, 2004
"Hoje joguei tanta coisa fora..."
Ontem eu resolvi arrumar meu quarto. Joguei um monte de coisa fora e ainda assim sobrou muita, muita coisa. Não tem espaço pra guardar mais nada. E o pior é que a maior parte das coisas que eu tenho não são aquelas coisas úteis, que eu uso sempre. São coisas que eu não tenho coragem de jogar porque acho que um dia eu posso precisar (apesar de, até hoje, nunca ter precisado) ou então que me trazem recordações (tipo papéis, papéis e mais papéis, embalagens de chocolate e até uma caixa de Toddy de 1 kg!!!). Aí me deu uma vontade súbita de jogar tudo fora. Tudo mesmo. Só deixar aquilo que eu realmente uso. Ia sobrar muito espaço... Mas aí não tive coragem. Resolvi pensar mais um pouco para não me arrepender depois. E agora acho que já perdi a coragem.
Mas, olha só. Se aos 22 anos eu já tenho tantas porcarias, imagina aos 60... vou ter que ter uma segunda casa só para guardar as porcarias. Pior é que minha avó é assim. Ela não tem uma segunda casa, é lógico, mas tem um tipo de porão lotado só com coisas que ela não usa, mas guarda. E minha mãe também faz isso. Vai ver é coisa de família. Mas também pode ser "coisa de japonês". Não sei se vocês já ouviram falar que casa de japonês é bagunçada, pq eles não jogam nada fora. De repente tem a ver com a imigração e a pobreza dos imigrantes e com aquela idéia de "guardar tudo porque um dia pode fazer falta". Enfim, não sei o que é, só sei que eu preciso fazer um exercício para aprender a me desprender desses bens materiais inúteis.
Alice
Ontem eu resolvi arrumar meu quarto. Joguei um monte de coisa fora e ainda assim sobrou muita, muita coisa. Não tem espaço pra guardar mais nada. E o pior é que a maior parte das coisas que eu tenho não são aquelas coisas úteis, que eu uso sempre. São coisas que eu não tenho coragem de jogar porque acho que um dia eu posso precisar (apesar de, até hoje, nunca ter precisado) ou então que me trazem recordações (tipo papéis, papéis e mais papéis, embalagens de chocolate e até uma caixa de Toddy de 1 kg!!!). Aí me deu uma vontade súbita de jogar tudo fora. Tudo mesmo. Só deixar aquilo que eu realmente uso. Ia sobrar muito espaço... Mas aí não tive coragem. Resolvi pensar mais um pouco para não me arrepender depois. E agora acho que já perdi a coragem.
Mas, olha só. Se aos 22 anos eu já tenho tantas porcarias, imagina aos 60... vou ter que ter uma segunda casa só para guardar as porcarias. Pior é que minha avó é assim. Ela não tem uma segunda casa, é lógico, mas tem um tipo de porão lotado só com coisas que ela não usa, mas guarda. E minha mãe também faz isso. Vai ver é coisa de família. Mas também pode ser "coisa de japonês". Não sei se vocês já ouviram falar que casa de japonês é bagunçada, pq eles não jogam nada fora. De repente tem a ver com a imigração e a pobreza dos imigrantes e com aquela idéia de "guardar tudo porque um dia pode fazer falta". Enfim, não sei o que é, só sei que eu preciso fazer um exercício para aprender a me desprender desses bens materiais inúteis.
Alice
terça-feira, abril 20, 2004
quinta-feira, abril 08, 2004
Lógica PFG
Ontem aconteceu mais uma sessão de conversa bizarra entre PFGs. Eu, MP, Kit e Naftalina estávamos andando (assim, só andando, sem rumo) e falando bobagens. E aí vem:
Kit - O que vale é o que o povo diz.
Alice - Nada, como o Bozo disse, "a voz do povo não é a voz de Deus, porque o povo dizia: crucifica, crucifica".
Naftalina - Noooossa, o Bozo é sábio.
MP - Não, sábio é o Abraxas (nosso amigo).
Naftalina - Então o Abraxas é o Bozo!
Fala a verdade, Aristóteles ficaria orgulhoso da gente, né?
Alice
Ontem aconteceu mais uma sessão de conversa bizarra entre PFGs. Eu, MP, Kit e Naftalina estávamos andando (assim, só andando, sem rumo) e falando bobagens. E aí vem:
Kit - O que vale é o que o povo diz.
Alice - Nada, como o Bozo disse, "a voz do povo não é a voz de Deus, porque o povo dizia: crucifica, crucifica".
Naftalina - Noooossa, o Bozo é sábio.
MP - Não, sábio é o Abraxas (nosso amigo).
Naftalina - Então o Abraxas é o Bozo!
Fala a verdade, Aristóteles ficaria orgulhoso da gente, né?
Alice
terça-feira, abril 06, 2004
Mundinho
São Paulo é gigantesca, mas o número de lugares em que as pessoas do nosso mundinho circulam é muuuito pequeno. Sábado, liguei para uma amiga, para combinarmos de fazer algo, mas não deu certo - ela tava na casa do namorado. Domingo, saí pro cinema, e quem encontro na escada rolante? Ela, e o bendito. Paramos pra conversar, e toca o celular. Quem era? A MP, que estava só há algumas quadras de distância. Vixe, nós três morarmos em lugares bem longinhos um do outro, e...
Ah! na segunda, a maior. Estava eu felizinha da vida mexendo no messenger enquanto fingia que trabalhava, quando meu chefe veio com a bomba (na cabeça dele, era uma bomba):
Um jornalista da Veja vem aí! Argh, daí prepara isso, pesquisa aquilo, escreve isso, pergunta aquilo, tudo até a hora em que o maldito chegasse, pra gente estar preparado pra entrevista. Afinal, jornalistas da Veja são uma coisa do demo.
Deu cinco da tarde, ele chega. Argh, mais desespero e corre pra lá e pra cá. Vi um vulto arrumadinho na sala de espera - ai, deve ser um cara muito almofadinha. Ai, que saco, ai que saco, aiaiaiaiai, até que...
Essa é a Naftalina, nossa jornalista. Esse é o...
AAAAAAHHHHHHHHHHH!!!
Quem é que é fofo, tem olhos verdes, e trabalha na Veja?
Naftalina
São Paulo é gigantesca, mas o número de lugares em que as pessoas do nosso mundinho circulam é muuuito pequeno. Sábado, liguei para uma amiga, para combinarmos de fazer algo, mas não deu certo - ela tava na casa do namorado. Domingo, saí pro cinema, e quem encontro na escada rolante? Ela, e o bendito. Paramos pra conversar, e toca o celular. Quem era? A MP, que estava só há algumas quadras de distância. Vixe, nós três morarmos em lugares bem longinhos um do outro, e...
Ah! na segunda, a maior. Estava eu felizinha da vida mexendo no messenger enquanto fingia que trabalhava, quando meu chefe veio com a bomba (na cabeça dele, era uma bomba):
Um jornalista da Veja vem aí! Argh, daí prepara isso, pesquisa aquilo, escreve isso, pergunta aquilo, tudo até a hora em que o maldito chegasse, pra gente estar preparado pra entrevista. Afinal, jornalistas da Veja são uma coisa do demo.
Deu cinco da tarde, ele chega. Argh, mais desespero e corre pra lá e pra cá. Vi um vulto arrumadinho na sala de espera - ai, deve ser um cara muito almofadinha. Ai, que saco, ai que saco, aiaiaiaiai, até que...
Essa é a Naftalina, nossa jornalista. Esse é o...
AAAAAAHHHHHHHHHHH!!!
Quem é que é fofo, tem olhos verdes, e trabalha na Veja?
Naftalina
sexta-feira, abril 02, 2004
Sobre minha deficiência auditiva
Nós sempre dissemos que a Garota Enxaqueca é surda. Então, mas esses dias eu tava pensando bem e acho que eu também tenho sérios problemas auditivos. E pior, os problemas auditivos me causam problemas fonaudiólogos. Assim, sou quase uma surda-muda.
Quem abriu meus olhos para essa terrível verdade foi uma amiga, que disse ter certeza que eu ouvia diferente das outras pessoas e por isso eu sempre cantava no tom errado. Meu, se for mesmo isso, as músicas que eu gosto podem ser uma bosta, mas como eu ouço diferente, pra mim é mó bom... sinistro...
Aí, ontem, na aula de cultura judaica, eu tava pensando que talvez seja também por causa dessa deficiência auditiva que eu tenho mó dificuldade em pronunciar as coisas em outras línguas. Sério, minha pronúncia é péssima em todas as línguas que eu já tentei aprender...
Será que eu preciso de um médico? Será que tem cura? E aí, já pensou se eu me curar e começar a gostar de músicas ruins? Ai, ai, ai, ai, ai...
Alice
Nós sempre dissemos que a Garota Enxaqueca é surda. Então, mas esses dias eu tava pensando bem e acho que eu também tenho sérios problemas auditivos. E pior, os problemas auditivos me causam problemas fonaudiólogos. Assim, sou quase uma surda-muda.
Quem abriu meus olhos para essa terrível verdade foi uma amiga, que disse ter certeza que eu ouvia diferente das outras pessoas e por isso eu sempre cantava no tom errado. Meu, se for mesmo isso, as músicas que eu gosto podem ser uma bosta, mas como eu ouço diferente, pra mim é mó bom... sinistro...
Aí, ontem, na aula de cultura judaica, eu tava pensando que talvez seja também por causa dessa deficiência auditiva que eu tenho mó dificuldade em pronunciar as coisas em outras línguas. Sério, minha pronúncia é péssima em todas as línguas que eu já tentei aprender...
Será que eu preciso de um médico? Será que tem cura? E aí, já pensou se eu me curar e começar a gostar de músicas ruins? Ai, ai, ai, ai, ai...
Alice
A revelação
"Batatinha quando nasce
esparrama pelo chão
Menininha quando dorme
põe a mão no coração"
Taí o primeiro poeminha que toda criança aprende a recitar. Lembram? Mas... vcs também sempre estranharam o fato de uma batata nascer e logo se esparramar? Afinal, como assim uma batata se esparrama?! Vira purê?! E assim, tão rápido..? Seria uma figura de linguagem?
Pois é. Foi só agora, já adulta, com 22 anos (!) que vieram me revelar os mistérios contidos por trás de tão singelo versinho. Estão prontos para a verdade? É o seguinte: não é "esparrama". O correto é "espalha rama". Rama é o conjunto dos ramos de uma planta. Sacaram? Batatinha quando nasce espalha rama pelo chão. Bobo, né? Mudou minha vida.
Kit
"Batatinha quando nasce
esparrama pelo chão
Menininha quando dorme
põe a mão no coração"
Taí o primeiro poeminha que toda criança aprende a recitar. Lembram? Mas... vcs também sempre estranharam o fato de uma batata nascer e logo se esparramar? Afinal, como assim uma batata se esparrama?! Vira purê?! E assim, tão rápido..? Seria uma figura de linguagem?
Pois é. Foi só agora, já adulta, com 22 anos (!) que vieram me revelar os mistérios contidos por trás de tão singelo versinho. Estão prontos para a verdade? É o seguinte: não é "esparrama". O correto é "espalha rama". Rama é o conjunto dos ramos de uma planta. Sacaram? Batatinha quando nasce espalha rama pelo chão. Bobo, né? Mudou minha vida.
Kit
quarta-feira, março 31, 2004
Jump!
Pra gente que viveu os anos 80 (ei, já estou me sentindo velha), filando o videogame do irmão, vejam este clipinho:
JUMP!
Naftalina
Pra gente que viveu os anos 80 (ei, já estou me sentindo velha), filando o videogame do irmão, vejam este clipinho:
JUMP!
Naftalina
terça-feira, março 30, 2004
Anestesia
Você já se sentiu anestesiado? De poder cair o mundo na sua cabeça e você não estar nem aí? Ou de você ganhar na loteria e só dar aquele sorrisinho torto pra parecer que ficou contente, quando na verdade você também não dava a mínima praquilo? Bom, vira e mexe eu fico assim, completamente anestesiada. E acho que estou nessa fase de novo. Vou me movendo por inércia, fazendo as coisas sem empolgação mas também sem sofrimento. Me esforçando pra parecer contente quando tenho que estar, e fingir que fiquei chateada ou arrependida de alguma coisa que sinceramente não me fazia a menor diferença - mas fingindo, só pra não chocar ninguém com a minha "insensibilidade". Aliás, nem sei por que coloquei entre aspas, porque deve ser isso mesmo, insensibilidade. Ou indiferença, tanto faz. É claro que nem sempre consigo convencer as pessoas com essas tentativas de demonstrar emoção, mesmo porque eu já tenho uma certa dificuldade natural com isso, forçando então... é o desastre total. Mas não se preocupem, porque eu tenho isso sempre e sei que sempre passa, geralmente indo direto pro extremo de alguma das duas direções. Só resolvi escrever porque hoje não consegui convencer nem mesmo uma pessoa que pouco me conhece e aí então fiquei pensando nisso. Ah, e também pra saber se vocês também têm dessas coisas de vez em quando, pra saber se sou normal. Sou, né..?
Kit
Você já se sentiu anestesiado? De poder cair o mundo na sua cabeça e você não estar nem aí? Ou de você ganhar na loteria e só dar aquele sorrisinho torto pra parecer que ficou contente, quando na verdade você também não dava a mínima praquilo? Bom, vira e mexe eu fico assim, completamente anestesiada. E acho que estou nessa fase de novo. Vou me movendo por inércia, fazendo as coisas sem empolgação mas também sem sofrimento. Me esforçando pra parecer contente quando tenho que estar, e fingir que fiquei chateada ou arrependida de alguma coisa que sinceramente não me fazia a menor diferença - mas fingindo, só pra não chocar ninguém com a minha "insensibilidade". Aliás, nem sei por que coloquei entre aspas, porque deve ser isso mesmo, insensibilidade. Ou indiferença, tanto faz. É claro que nem sempre consigo convencer as pessoas com essas tentativas de demonstrar emoção, mesmo porque eu já tenho uma certa dificuldade natural com isso, forçando então... é o desastre total. Mas não se preocupem, porque eu tenho isso sempre e sei que sempre passa, geralmente indo direto pro extremo de alguma das duas direções. Só resolvi escrever porque hoje não consegui convencer nem mesmo uma pessoa que pouco me conhece e aí então fiquei pensando nisso. Ah, e também pra saber se vocês também têm dessas coisas de vez em quando, pra saber se sou normal. Sou, né..?
Kit
segunda-feira, março 29, 2004
É a última vez que escrevo sobre Hey Ya
Eu não ia mais falar nessa música. Mas hoje eu vi uma coisa tão das trevas que precisa ser registrada. A Xuxa, em seu "Mundo da Imaginação" resolveu fazer uma coreografia e ensinar as crianças a dançar Hey Ya... Imaginem a Xuxa vestida de street dancer (inclusive pintada de negra) e um monte de crianças na praia (sim, na praia!!!!) dançando Hey Ya enquanto a "loirinha" falava coisas do tipo "aí, galera de casa, passando mó energia pra gente, chama a mamãe, o papai, a vovó pra dançar também". Vai te fuder!!! Acho que se os caras do Outkast vissem isso trancavam a Xuxa no caixão que aparece no clipe...
Alice
Eu não ia mais falar nessa música. Mas hoje eu vi uma coisa tão das trevas que precisa ser registrada. A Xuxa, em seu "Mundo da Imaginação" resolveu fazer uma coreografia e ensinar as crianças a dançar Hey Ya... Imaginem a Xuxa vestida de street dancer (inclusive pintada de negra) e um monte de crianças na praia (sim, na praia!!!!) dançando Hey Ya enquanto a "loirinha" falava coisas do tipo "aí, galera de casa, passando mó energia pra gente, chama a mamãe, o papai, a vovó pra dançar também". Vai te fuder!!! Acho que se os caras do Outkast vissem isso trancavam a Xuxa no caixão que aparece no clipe...
Alice
domingo, março 28, 2004
I´m back.
Pessoas, estou de volta à vida (e desde o post da Alice, não tiro "hey Ya" da cabeça).
Ufffff... Ainda bem que ele foi embora. Parecia muito simples e muito prático o que a gente tinha, eu e o engenheiro. Mas cansei de tentar entender de verdade - estava me dando uma baita dor de cabeça. Recapitulando: depois de dois anos de namoro + um ano que em que ele foi morar no fim do mundo (durante o qual não namoramos), meu (?) engenheiro veio para cá de férias. Combinamos de ficar juntos durante esse tempo, e nada mais. Mas será que eu realmente poderia levar numa boa essa história de que ele tinha uma menina por lá?
Às vezes eu era A Outra e isso era bom. Eu levava numa boa, e não misturava: eu era uma coisa, a bendita era outra. Até dava conselhos, como se fosse só uma amiga. Mas na maior parte do tempo isso era uma droga. De duas uma: ou eu me sentia mal por ela ou queria sabotar tudo, e mandar para o e-mail daquela maldita anã de cabelo pixaim uma foto de nós dois pelados (pensando bem, eu não podia mesmo ficar tão brava com ele... se tivesse aparecido alguém na minha vida, não pensava duas vezes: e então o engenheiro também seria O outro).
Outras vezes, principalmente com a família dele por perto, eu era A Oficial. Me paparicavam tanto que era até chato. Ficávamos juntos e ele me apresentava para os outros como A Namorada, com um olhar meio de canto de olho para mim, do tipo: "faz de conta". No fundo, a gente estava fazendo de conta. Como não dava para ser a mesma coisa, fizemos um revival, que serviu como uma looonga (e divertida) despedida.
Agora acabou. Não quero mais. Estou solteira, again. ARGH! Prometo que esse é último post sobre o engenheiro. Ei, precisamos repetir o ritual de exorcismo, que agora eu tenho um bom motivo!
Naftalina
Pessoas, estou de volta à vida (e desde o post da Alice, não tiro "hey Ya" da cabeça).
Ufffff... Ainda bem que ele foi embora. Parecia muito simples e muito prático o que a gente tinha, eu e o engenheiro. Mas cansei de tentar entender de verdade - estava me dando uma baita dor de cabeça. Recapitulando: depois de dois anos de namoro + um ano que em que ele foi morar no fim do mundo (durante o qual não namoramos), meu (?) engenheiro veio para cá de férias. Combinamos de ficar juntos durante esse tempo, e nada mais. Mas será que eu realmente poderia levar numa boa essa história de que ele tinha uma menina por lá?
Às vezes eu era A Outra e isso era bom. Eu levava numa boa, e não misturava: eu era uma coisa, a bendita era outra. Até dava conselhos, como se fosse só uma amiga. Mas na maior parte do tempo isso era uma droga. De duas uma: ou eu me sentia mal por ela ou queria sabotar tudo, e mandar para o e-mail daquela maldita anã de cabelo pixaim uma foto de nós dois pelados (pensando bem, eu não podia mesmo ficar tão brava com ele... se tivesse aparecido alguém na minha vida, não pensava duas vezes: e então o engenheiro também seria O outro).
Outras vezes, principalmente com a família dele por perto, eu era A Oficial. Me paparicavam tanto que era até chato. Ficávamos juntos e ele me apresentava para os outros como A Namorada, com um olhar meio de canto de olho para mim, do tipo: "faz de conta". No fundo, a gente estava fazendo de conta. Como não dava para ser a mesma coisa, fizemos um revival, que serviu como uma looonga (e divertida) despedida.
Agora acabou. Não quero mais. Estou solteira, again. ARGH! Prometo que esse é último post sobre o engenheiro. Ei, precisamos repetir o ritual de exorcismo, que agora eu tenho um bom motivo!
Naftalina
sexta-feira, março 26, 2004
Complementando o post de ontem
Hoje eu finalmente vi o tal caixão. Cara, tá muito fácil de ver. É um caixão pintado no mesmo verde que as outras coisas verdes do clipe (a roupa dos caras, os detalhes no fundo) e aberto, com umas flores dentro. Fica bem na frente da bateria. E do lado dele tem umas flores, que eu já tinha visto mas não tinha percebido que se parecem com coroas de flores de velório. Cool.
Aí me deu vontade de complementar o post anterior. Confesso que tive um pouco de má vontade com a música. Eu sei que ela já entrou pra história. Que daqui alguns anos vai tocar Hey Ya no rádio e eu vou sair dançando alucinadamente e com saudade dessa época. Sei disso pq outro dia estava no Ibirapuera com o Kazu e passou um daqueles tiozinhos que tiram fotos com Polaroid por uns 5 reais. A primeira coisa que passou pela nossa cabeça foi "shake it, shake it like a Polaroid picture". E no show dos Los Hermanos, antes deles subirem ao palco, estavam tocando algumas musiquinhas, mas ninguém tava prestando atenção. Foi começar Hey Ya pra galera (inclusive eu) se levantar e dançar, fazendo a coreografia do clipe.
Enfim, a música é bacana. Vou parar de ser chata com ela e com o Outkast.
Alice
Hoje eu finalmente vi o tal caixão. Cara, tá muito fácil de ver. É um caixão pintado no mesmo verde que as outras coisas verdes do clipe (a roupa dos caras, os detalhes no fundo) e aberto, com umas flores dentro. Fica bem na frente da bateria. E do lado dele tem umas flores, que eu já tinha visto mas não tinha percebido que se parecem com coroas de flores de velório. Cool.
Aí me deu vontade de complementar o post anterior. Confesso que tive um pouco de má vontade com a música. Eu sei que ela já entrou pra história. Que daqui alguns anos vai tocar Hey Ya no rádio e eu vou sair dançando alucinadamente e com saudade dessa época. Sei disso pq outro dia estava no Ibirapuera com o Kazu e passou um daqueles tiozinhos que tiram fotos com Polaroid por uns 5 reais. A primeira coisa que passou pela nossa cabeça foi "shake it, shake it like a Polaroid picture". E no show dos Los Hermanos, antes deles subirem ao palco, estavam tocando algumas musiquinhas, mas ninguém tava prestando atenção. Foi começar Hey Ya pra galera (inclusive eu) se levantar e dançar, fazendo a coreografia do clipe.
Enfim, a música é bacana. Vou parar de ser chata com ela e com o Outkast.
Alice
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