quarta-feira, junho 08, 2005

Será um sinal?

Desde ontem meu celular estava com a bateria fraca. Mas cheguei tão tarde e bêbada que é lógico que me esqueci de carregar. Aí, há alguns minutos, peguei o telefone na mão só para procurar um número. Eis que chega uma mensagem. Vejo de quem é. E bem na hora que eu clico pra ler.... a bateria acaba e o celular não liga nem a pau!!!!! E só vou poder ler quando chegar em casa, lá pras 22h30!!! Diz aí, MP, é ou não é um sinal?

Alice, que vai passar o resto do dia em um treinamento zen para não enlouquecer de curiosidade

segunda-feira, junho 06, 2005

Insensível

A idade e a experiência estão me deixando insensível. Chega uma hora em que você já passou por tanta coisa, inclusive por momentos em que você tinha certeza que não ia agüentar e morrer, que sabe que nada é tão ruim assim. Se naquela ocasião você não morreu, de repente parece que todo o resto é fichinha. Dói, mas você sabe que aguenta e, melhor, que uma hora passa. Ontem eu ouvi uma das cinco piores coisas que se pode ouvir na vida (certamente a pior de todas é a notícia de que alguém muito querido morreu e a segunda é saber de uma doença terminal, sua ou de alguém muito próximo, mas as outras eu ainda não ranqueei direito). Qual foi a frase não vem muito ao caso. Mas o ponto é que eu nem me abalei tanto assim. Estou triste, claro, mas acho que já passei por tanto sofrimento vindo da mesma fonte que nada mais pode doer tanto quanto já doeu. E sei que sou forte o suficiente para suportar. Talvez isso é que seja maturidade. Ou talvez eu só esteja ficando cada vez mais fria. Mas quer saber? Isso não é nada ruim.

Alice

quinta-feira, junho 02, 2005

I´m a loser, baby

Eu nunca tinha sido mandada embora antes. Não que eu tenha tido muitos empregos na vida, mas até hoje eu tinha conseguido pedir demissão antes, e gostava de pensar que o meu ex-chefe ficaria lá, chorando as pitangas por ter me perdido (ou a empresa falia e todo mundo tinha que ir embora; de qualquer jeito, não era demissão).

Será que foi porque eu fiquei doente e faltei dois dias (doente um dia tudo bem, mas dois... vá lá!)?
Será que foi porque eles rastreavam as conversas que eu tinha no messenger e descobriram que a gente falava mal do chefe barrigudão e tosco?
Será que eles descobriram que eu era foda demais para o trabalho que só exigia meia dúzia de neurônios e que, quando mostrasse todo o meu talento jornalístico, acabaria dando um golpe na empresa (aham)?
Será que foi porque eu descobri que eles fazem filmes pornô?!
Será que foi porque apareceu outra jornalista, loira e peituda? Oh, no! Porque ela, e não eu? (E com isso eu percebo que ser demitida parece muito com levar um pé na bunda. E não é que até os chefes que eu arrumo são canalhas?)

Muito injusto. Tô me sentindo uma merda.
Se alguém aí tiver um elogio sobrando, pode ser uma boa hora.

Naftalina,
que pretende passar a noite chorando as pitangas com três pacotes de elma chips.

sábado, maio 28, 2005

Às vezes a tecnologia tira sarro da nossa cara

As melhores coisas que os DVDs trouxeram foram as caixas com todos os episódios de séries de TV. Antes, era aquele drama. Se você perdeu o último episódio de uma série que não é mais reprisada, já era. Ou ficava sem ver ou procurava alguém que tivesse tudo gravado. Hoje, é só esperar sair em DVD. Simplesmente maravilhoso. Mas, por outro lado, acabo me sentindo um pouco idiota quando vou na FNAC e vejo boxes de todas as séries que eu gosto. Me lembro de todos os anos de esforço para gravar as séries na ordem e sem os comerciais... Sem falar nas pilhas e pilhas de fitas de vídeo socadas no meu armário. Depois dessa trabalheira toda, agora posso comprar todas as séries completas, com qualidade de DVD, extras e numa caixa linda que ocupa pouco espaço. E agora, sr. inventor do DVD, o que eu faço com as fitas? Jogo fora? Faço chá pra ver se dá barato? Será que posso ser ressarcida pelo trabalho (quase) inútil?

Alice, que na verdade acha que nunca vai ter coragem de se desfazer dos VHS

sexta-feira, maio 27, 2005

Tantaraaaan!

"Ai, eu preciso falar, eu preciso falar euprecisofalareuprecisofalareupreciiso..."
- Ei, tem lugar pra sentar ali atrás!

(Hoje é dia dos velhinhos? Por que onde eu fui, esbarrei com um monte de cabecinhas branquinhas - a fila do banco estava impossível!)

O ônibus estava vazio lá atrás e cheio antes da catraca. O sujeito com cara de chato e jeito de mano tava sentado no banco da frente do ônibus, folgadão com cara de paisagem, enquanto vários velhinhos ficavam espremidos, de pé. Daí não aguentei.

- Ah, mas eu não pago. Eu tenho crachá.
Ele disse isso com a cara mais deslavada do mundo.

- Se não paga, fica de pé. E deixa a senhora ali sent..."
Eu ia apontar para uma velhinha fofa que tava ali na frente, quando ela mesma falou, brava sem deixar de ser fofa:
- É, deixa eu sentar aí!

Ufa, fiquei feliz. Mas com medo do sujeito, que ficou me olhando feio.

Naftalina,
defensora dos fracos e oprimidos e dos velhinhos fofos.

segunda-feira, maio 23, 2005

Yes, yes... yes?

Aiiii... preciso contar:
Gente, eu acho que a empresa em que eu trabalho é fachada pra uma produtora de filmes pornô (daqueles toscos que vende em locadora).
Que me-do!

Naftalina, torcendo pra não oferecerecem um freela de dubladora.

domingo, maio 15, 2005

Ficando adulta

Eu acho que agora não sou mais adolescente mesmo. Porque é assim: não existe meio termo. É de adolescente pra adulto. No máximo, a gente vira um adulto jovem, mas.... "jovem" não é uma faixa etária, é um adjetivo que junta de criancinhas ("você é muito jovem pra isso e aquilo") a velhinhas que se acham ("eu tenho a cabeça jovem").

Enfim, foi a MP que fez essa pergunta há um tempo: se eu me sentia adulta. Eu respondi e não respondi (tá lá, registrado!). Eu achava que não, porque ainda gostava de um monte de coisa de criança e porque queria fazer um monte de coisas antes de me sossegar na vida. Acho que o que definia "ser adulta" era a confusão e o vai e vem chegarem ao fim. Quando eu parasse de inventar novas coisas e baladas diferentes pra ir e tivesse a minha casa (e um gato chamado Elvis), eu seria adulta.

Só que não era nada disso. Outro dia briguei feio com meu pai, e pra mim foi definitivo: "eu não quero mais o seu dinheiro". Emancipada, assim. E o bizarro é que não bateu um pânico em seguida, não bateu medo, não bateu nada. Eu não precisava do dinheiro, e sabia que agora podia me virar sozinha. Será que virei adulta?

Bom, já é uma coisa adulta: eu posso me sustentar, ainda que não sobre pra comprar coisas mega supérfluas. Daí eu percebi uma coisa que decidiu que eu não precisava decidir nada: meu All Star. Eu tenho o mesmo All Star creme (encardido, agora) há 8 anos. Nem sei como ele sobreviveu tanto tempo, o highlander. Uma outra calça, há quase 10 anos. Puxa! Eu parei de crescer faz tempo. Huum, tô ficando velha, pensei. Mas eu continuo com a mesma roupa. Talvez eu vire adulta e continue sendo a mesma coisa, no fim das contas. Ou talvez eu nem sinta mudança. Talvez nem haja muita mudança. Como fazer dezoito anos ou se formar. Tanto faz.



(E olha que termino o texto sem concluir nada, pra variar. Vou ter que voltar pro cursinho pra ter aula de dissertação, urgh.)

Naftalina,
lesada de tédio depois de passar o fim de semana de plantão no trabalho.

terça-feira, abril 12, 2005

Auto-estima

Nada melhor para o ego do que receber elogios de pessoas que vc admira ou pessoas conhecidas por serem seletivas e de bom gosto (to falando de gosto musical, filmes, pessoas, tudo). O ego também é massageado quando vc descobre que aqueles seres cercados de paga paus é um paga pau seu (não é, Naftalina? heheh) e vc não dá a mínima pra eles.
Mas, e quando vc descobre que é admirado por pessoas de gosto duvidoso, que curtem coisas que vc detesta e que são conhecidas por seu gosto bizarro e medonho? Isso é motivo de preocupação? Pq, se a pessoa curte coisas ruins e gosta de vc, quer dizer que vc é tosco? Ou não necessariamente?

Mulher do Padre, quase dando um chute em alguns paga paus

quinta-feira, março 24, 2005

Príncipe Encantado

Ontem eu estava vendo o clipe do Counting Crows (uma merda) q faz parte da trilha do Shrek 2 e de repente comecei a me perguntar porque diabos o príncipe é encantando. Cheguei à conclusão de que a expressão só pode ter vindo da história de que o príncipe foi transformado em sapo e que tem de ser beijado pra voltar a ser um galã. Daí comecei a gostar dessa história de dizer "estou procurando meu príncipe encantando". Afinal, você não está atrás de um cara lindo e perfeito, daqueles que todo mundo paga pau, mas sim de alguém que pode ser um luxo, mas que à primeira vista é a coisa mais horrível do universo. Metáfora perfeita para "o amor é cego" e "o que importa é a beleza interior".
É tipo quando vc conhece aquele cara e acha q ele não tem nada de interessante. Mas com o tempo você começa a ver que ele é bacana e até charmoso. Daí você beija, se apaixona e ele passa a ser lindão. Gostei. A partir de hoje Alice é super a favor dos Príncipes Encantados.

Mas não está à procura de nenhum.

Alice

quinta-feira, março 17, 2005

Você gosta de jornalismo? Hunter Thompson responde


Vivem me perguntando se eu gosto do jornalismo. Afinal, eu sempre gostei de escrever. Hunter Thompson, jornalista fodaço, que morreu há pouco tempo, sabe responder a essa pergunta muito bem. "Sempre considerei escrever o mais odioso tipo de trabalho. Acho que é meio como foder: só é divertido para quem é amador. Putas velhas não ficam dando risadinhas por aí."
Pois é... pra ser sincera, não suporto mais fazer o que eu faço. E não é porque é jornalismo. É porque todo dia é a mesma coisa. De vez em quando até é legal sair por aí, conhecer gente nova, fazer entrevistas, conversar. Mas só em dias de bom humor. Porque tem horas em que eu daria tudo pra não ter que pegar o telefone ou levantar a bunda da cadeira pra falar com "a fonte". "Nada é divertido quando você precisa fazer aquilo - muitas e muitas vezes, dia sim e outro também - para não ser despejado. Com o tempo, enche o saco". Trabalhar enche o saco.

Alice

P.S.: Esses trechos são do livro A Grande Caçada dos Tubarões, do Hunter Thompson, que acabou de sair no Brasil. Estou lendo e adorando. Gosto do jeito completamente maluco, mas competente, desencanado, mas lúcido, como ele faz/escreve as coisas.

segunda-feira, março 14, 2005

Curiosidade Mórbida

Por que? Por que? Oh, God, por-quê?
Porque é que a gente fica obcecada por sujeitos de que a gente não gosta?
A frase não é minha, é da personagem da Julie Delpy, a Céline do "Antes...". Mas andei descobrindo que é uma síndrome de quase todas as meninas que tem ex-mocinhos (ou ex-trecos ou ex-canalhas) perambulando pelo mundo. Ou pior: perambulando pelo orkut!

A Céline tinha uma baita vantagem: na época do filme, não tinha google nem orkut nem congêneres para ficar caçando os nomes dos moços e depois ficar se descabelando ao descobrir o que ele andou aprontando depois de sumir da sua vida. Hoje é só dar uma busquinha pelo nome do sujeito no "find friends" e... Argh! E a expectativa? Enquanto o maldito orkut insiste em negar os donuts, você fica imaginando o moço e torcendo para o profile dele ter menos amigos e menos fãs e ser muito menos legal do que o seu.

De repente... nhaca! Lá vem a listinha de homônimos daquele treco que atrasou a sua vida. E mesmo que ele seja chato-feio-gordo e todas as suas amigas concordem com isso, você não resiste e dá uma olhadinha no álbum de fotos, checa o "about me" e fica comprovando como "credo, ele escreve mal, mesmo". E apesar de você saber que é mais pop, mais glamurosa e com mais resultados no google que o feioso moço e (ah, sim! que ele não tem mais nada a acrescentar à sua vida)... "clica!" E lá vai o sujeito para o "lists", pra você poder sempre comprovar que ele é tosco mesmo, e sentir-se a rainha da cocada.

(Rainha da cocada? Huhumm... mentira. É só curiosidade mórbida, mesmo).

Naftalina

quinta-feira, março 10, 2005

"Acho que tanto tempo me deixou muito mais calmo"

Verso daquela música do Nando Reis que não pára de tocar no rádio e que já foi gravada pelo Jota Quest. Mas só consegui prestar atenção nela quando o próprio Nando Reis começou a cantar.
Pois é, acho que o tempo (e a convivência com gente desencanada) me deixou um pouco mais calma. Acho que nos últimos tempos me tornei menos afobada, menos desesperada, mais tranqüila. Abandonei um pouco daquela necessidade de fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, sair todo dia, querer que tudo seja como eu planejei. Como diria a MP, estou ficando mais leve. Não sei se deixo isso transparecer (porque parece que ninguém reparou ainda), mas estou achando bom. E tenho certeza que muita coisa que está dando certo atualmente só é assim por causa dessa minha mudança.
Mas também tem a parte ruim. Não se preocupar tanto está me deixando mais avoada, ainda mais esquecida, ainda mais preguiçosa, ainda mais estagnada. Mas aí já é outra história. Vou deixar pra me preocupar com isso outro dia... Deixa eu curtir um pouco mais o "desencanamento".

Alice, mais leve só na mente, porque na balança...

sexta-feira, março 04, 2005

DJs de novo!

Sim, hoje, tem PFGs de novo na Autobahn!
Esperamos vocês lá (Kiss Me - Rua Fidalga, 501 - Vila Madalena) a partir das 23h!

Pra saber mais, www.powerfreakgirls.com.br

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

Banheiro-elevador

Tive um sonho muito estranho essa noite. Eu estava num sítio com uns amigos, num casa com uns quatro andares. Aí, fui ao banheiro e era um banheiro elevador. Quando você queria fazer xixi, apertava um botão igual ao do elevador e a porta abria no andar que você estava. Mas acontece que bem na hora que eu estava lá, sentadinha, fazendo minhas necessidades, alguém chamou o elevador e ele começou a subir. Muito esquisito fazer xixi enquanto seu corpo se move verticalmente...

Alice, que às vezes imagina umas coisas bem exdrúxulas

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Conselhos

Muito foda quando as coisas não estão boas e você sabe o que é que está errado. E sabe o conselho que daria para outra pessoa nessa situação. E ainda assim você insiste. Continua sofrendo. Segue fazendo as mesmas coisas, mesmo sabendo no que vai dar.
Acho que preciso de um sacode. Pra criar coragem e dizer chega. Só percebi isso agora, mas é preciso ter muita coragem pra parar de sofrer.

Alice, que hoje está morrendo de raiva, mas sabe que amanhã não vai resistir e voltar de braços abertos para o problema

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Homem bom é homem velho (ou com pelo menos 25)

A GE, enquanto mulher rústica, estava lendo a Men's Health quando encontrou a seguinte nota e resolveu me mandar:

why no man should marry before age 25 quite simply, a man´s brain is incomplete before then. Sure, his sexual organs are all present and accounted for, but his prefrontal cortex (PFC) is still developing. Which is too bad, because that´s the part of his brain that´s involved in judgment, impulse control, organization, planning, forethought, and learning from mistakes. And it won´t be fully developed until he´s 25.

Conclusões:
- se vc gostar mesmo do cara, vai ter que esperar ele passar dos 25 pra ele parar de te enrolar.
- se o cara tem mais de 25 e continua impulsivo, desorganizado e etc., então, não tem jeito. Ou é culpa da personalidade, do signo, da numerologia ou o cérebro dele tem algum problema.

Alice

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Canto sim, e daí?

Quem me conhece, já sabe. Estou sempre cantando, em qualquer lugar, a qualquer hora e qualquer música que eu tenha ouvido pelo menos três vezes. Pois então... Está circulando pelo Soulseek uns vídeos do show do Wonkavision em São Paulo. E na hora que a banda faz um cover do Be My Baby, lá estou eu, cantando muito, muito alto do lado do cara que estava filmando. E dá pra me ouvir direitinho. Quem conhece, consegue distinguir minha voz em meio a todo o resto do barulho. Quem não conhece, deve estar pensando "quem é a f*** da p*** que estragou o vídeo?". Hahahaha. Hilário. Mas quem sabe depois disso um empresário megafoda de gravadora não me ouve e me convida pra gravar um CD?

Alice


quarta-feira, fevereiro 02, 2005

O que aconteceu com o Orkut?

Pessoas, hj eu cliquei em 'friends' no Orkut e para minha surpresa, todos estavam com o nome certinho mas logo embaixo, ao invés de Brazil, Canada, Mexico e afins Todos os meus amigos estavam com 'USA'! O que é isso? Revolta dos americanos com os brasileiros e suas nacionalidades fictícias? Isso tem acontecido há muito tempo e só eu não notei??

Mulher do Padre, curiosa

três por um real?

Muito caro! Em São Tomé, o pão de queijo custa vinte centavos, só um pouquinho mais caro que o pão de sal (em Minas não tem essa frescura de achar que o pão é francês). Mas o mais legal da cidade foi a Dona Tomelina, que serviam o super-mega-PF em várias travessas, para depois poder aproveitar de novo. (!)
- Vocês são de Varginha? Ahn aaaaaaaai... Eu ouvi uma coisa, e fiquei nervosa. Vocês tão sabendo da criança falante que nasceu por lá? Dizem que era uma criança que nasceu verde, igual uma coisa do inferno. O médico tirou ela e disse pra mãe que 'é a coisa mais feia que eu já vi na vida. Nunca vi um bebê mais fei...' E a criança abriu uns olhão pro médico e falou que 'coisa feia você vai ver no dia 23!'. (era o dia 23 de janeiro).
Aaaaaaai... Eu fiquei nervosa. Daí ficou chovendo aqui desse jeito, e vocês sabem, antes do fim do mundo ia ter um dilúvio de água, e uma criança.... ai, será que é verdade? Eu sei que o povo fala muita coisa, mas eu fiquei nervosa com essas coisas.
- ...

Naftalina, que voltou toda roxa, machucada e com um bronzeado ridículo - no ombro (em listras) e nos pés (em triângulos) .

terça-feira, fevereiro 01, 2005

3x4

Amo a fotografia digital. E agora achei mais um motivo pra isso. Se lembram quando fotos 3x4 eram sempre horríveis? A gente chegava no fotógrafo, ele batia a foto e pronto. Era daquele jeito que ia ficar para todo o sempre nos documentos. E a nossa cara sempre ficava horrível, era batata. Depois, começaram a usar máquinas digitais e a gente podia ver como tinha ficado a foto e se ia aquela mesmo. Bom, mas pelo menos comigo, as fotos continuavam feias. Afinal, é mó coisa tensa ficar olhando pro cara da lojinha enquanto ele tira uma foto sua, close do seu rosto. Mas esses dias fiquei feliz quando descobri que tem um jeito novo de fazer as tais 3x4. Numa lojinha de foto lá perto de casa eu pude levar uma foto que eu mesma tirei (na verdade, meu irmão tirou). Cheguei com um memory stick, a mocinha abriu a imagem no photoshop, cortou do tamanho certo e imprimiu. Ficou bem bacana. Afinal, eu estava em casa, relaxada, olhando pro meu irmão e rindo dele. Tirei dezenas de fotos e escolhi a melhor. Dava até pra ter feito uma pequena plástica no photoshop. E agora estou com um sorrisão na minha nova carteira de motorista.

Alice, que nunca mais vai reclamar pra tirar foto pra documentos